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Criando novas embalagens: A assertividade e o Neuromarketing

Originalmente postado em 10 de abril de 2018

O mercado é gigante. Será que podemos dizer saturado? São milhares as opções de compra para a resolução de algum problema específico. Marcas pulando das prateleiras dos supermercados, embalagens sendo renovadas por empresas o tempo inteiro, campanhas publicitárias sendo lançadas, mudanças de posicionamento de marcas concorrentes e novos entrantes no mercado. Parece que o trabalho das empresas é cada vez mais desafiador (de fato é).
Além disso tudo, determinadas mudanças demandam medidas “one shoot”, ou seja, que precisam ser tão assertivas que devem funcionar de primeira, já que os gastos envolvidos são na ordem dos milhões. Agora a grande questão que passa na cabeça dos profissionais é: como ter certeza de que minha ação estará sendo a mais assertiva possível? Já sabemos que é importante ter em mente que em um momento de compra, o sistema 1, ou inconsciente, está acionado, o que torna o trabalho dos profissionais de marketing ainda mais complexo.

Mas para responder a pergunta de como se tornar mais assertiva em um mercado competitivo ao extremo, resolvi trazer um exemplo prático que aconteceu com uma das empresas líderes mundiais do setor de alimentos e bebidas.

A empresa queria inovar, mudar a embalagem de um de seus produtos. Era preciso saber se a nova embalagem continuaria remetendo aos conceitos e identidade da marca, e mais ainda, era preciso saber se aquela nova embalagem aumentaria a intenção de compra do consumidor.
Diante de todas essas questões que o cliente buscava responder, foi importante uma análise e diagnóstico de quais redes associativas eram ligadas à marca no cérebro dos consumidores. O teste foi realizado por meio de uma metodologia muito conhecida no neuromarketing, o TIP (Teste Implícito de Priming).

No caso do cliente em questão, o TIP foi capaz de analisar a força de associação entre os protótipos de embalagens e os atributos relacionados à marca. Os resultados traduziram exatamente o que o cliente buscava saber:

– Foi possível identificar quais foram as diferenças entre as embalagens testadas e quais aspectos eram negativos e positivos para cada uma delas.
– Qual das duas versões testadas possuía melhor desempenho para o consumidor, e maior intenção de compra.

Em um mercado como o nosso, as empresas já entenderam que buscar soluções que as assegurem de que suas estratégias de marketing são bem recebidas pelo consumidor é extremamente necessário. A busca pela metodologia certa e confiável é a grande questão por aqui.

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