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Inovação no mercado: como tornar esse processo mais assertivo?

Semana passada, uma matéria que saiu na versão impressa do Meio&Mensagem chamou minha atenção por abordar um assunto muito importante e que tem tudo a ver com a Forebrain: inovação! Inovar é preciso para se manter à frente da concorrência, além de gerar diferenciais competitivos, e as empresas sabem disso! Mas, será que elas sabem o real valor da inovação?

Ao avaliar dados de lançamentos de produtos de bens de consumo, um estudo detectou que metade das inovações não sobrevive após o primeiro ano! Dos 20 mil produtos lançados na América Latina entre 2015 e 2017, metade não continuou no mercado após o primeiro ano – a média global é de 55%. Do total que permaneceu, 30% sumiram depois de três anos. Esse processo de investimento em inovações, lançamento, e descontinuação de produtos causa um grande desperdício de dinheiro, além de resultar em um acesso cada vez menor a produtos e serviços de qualidade por parte dos consumidores.

A matéria ainda trouxe dados que avaliam outras categorias dentro de bens de consumo. De acordo com a pesquisa, a cesta de beleza é uma das que vão melhor, por sua capacidade de “criar necessidades” e conseguir formular preços acessíveis aos produtos. Já em alimentos, a competição mais acirrada dificulta o trabalho de chamar atenção e conseguir vantagem significativa em relação aos concorrentes.

Todos esses fatos provocam questões importantes: será que as empresas precisam diminuir o ritmo de lançamento de produtos, ou estão errando na forma como estão inovando? Fato é: a inovação é fundamental para a sobrevivência das marcas, mas desperdícios podem ser evitados como um processo mais assertivo.

Esse processo mais assertivo se resume em uma única palavra: consumidor! Se a ideia não é baseada numa necessidade real e demanda de consumo, ela não vai seguir adiante.

O consumidor é a premissa básica no processo de inovação.

A melhora no processo de inovação e produção de produtos, provocaria uma relação mercadológica mais saudável entre consumidores e empresas, já que desperdícios econômicos seriam evitados. Para que isso aconteça, é fundamental que haja um olhar diferenciado sobre os consumidores, e isso só é possível os entendendo de verdade.

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Descobrir quais são os fatores que realmente despertam seus desejos, entender como funciona sua tomada de decisão e avaliar como é seu real comportamento. Nesse contexto entra a neurociência do consumo, com ferramentas capazes de analisar e interpretar essas informações, através do estudo das reações neurobiológicas do consumidor diante de estímulos de marketing, mergulhando no universo de seu inconsciente.

Quanto mais afinado o processo de inovação, maior a quantidade de lançamentos com valor real para o consumidor e melhor será a saúde na relação mercadológica entre consumidores, empresas e sociedade! Quer saber mais sobre o que a neurociência do consumo pode fazer pelo seu negócio? Entre em contato com um de nossos especialistas!

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