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O que a TV tem a oferecer

Certamente, escolher os melhores veículos para atingir os públicos-alvo certos sempre foi (e sempre será) um dos maiores desafios da publicidade. De uns tempos para cá, muito se escuta que a TV irá acabar e que os meios digitais se tornarão o principal meio de comunicação. Dessa maneira, o duelo televisão versus meios digitais é uma questão cada vez mais discutida, provocando muitos questionamentos para as marcas e anunciantes. Mas já mostramos por aqui que a TV não está perdendo sua relevância.

Vamos aos fatos: mesmo com o consumo de mídia sendo diversificado em outras telas e plataformas, a televisão mantém o seu crescimento e continua conquistando uma boa parte da atenção dos brasileiros. Em média, nós passamos seis horas por dia assistindo à TV, superando todos os outros mercados globais, e por isso, o Brasil ganha, de longe, o título de maior e mais sólido mercado televisivo do mundo.

De acordo com uma pesquisa, a televisão segue como líder absoluta na captação de verbas da publicidade no país. De janeiro a junho deste ano, atraiu 73% dos investimentos, somando R$ 45 milhões, o que representa o dobro do padrão mundial. Isso mostra que a TV mantém seu papel de destaque devido ao seu alto poder de alcance, oferecendo aos seus anunciantes um imenso impacto e capacidade de comunicação.

Além disso, um estudo divulgado em maio de 2017, relevou que a televisão é a mídia mais eficiente entre todas as demais para gerar vendas, conquistar novos consumidores e fortalecer marcas – considerando o panorama atual de todos os meios, online e off-line. Curiosamente, está também dentre os veículos tradicionais em que a publicidade é melhor aceita – e até esperada – pelo público.

Contudo, mesmo com toda a sua importância, não significa que este meio de comunicação não tenha enormes desafios pela frente. O desafio central é criar conteúdos capazes de gerar um significado relevante para os consumidores. Dessa maneira, entender o telespectador é o primeiro ponto a ser pensado, principalmente diante de custos cada vez mais elevados, em que as marcas precisam ter certeza da eficiência do conteúdo que estão entregando para garantir os resultados esperados.

E qual a melhor forma de saber se esse investimento está sendo eficiente em impactar o consumidor? A resposta é bem simples, ir direto à fonte! Mensurar o impacto dos comerciais de TV na mente do próprio público. É nesse contexto que surge o BRAIN, metodologia que nós, aqui da Forebrain, desenvolvemos com o objetivo de entender e avaliar o quanto as propagandas são: capazes de chamar atenção dos consumidores, causar uma motivação positiva e/ou negativa, e o quanto são capazes de gerar uma maior memorização, aumentando a chance de serem lembrado no futuro.

Através dessa metodologia, já contamos com mais de 900 filmes em nossa plataforma, oferecendo uma base de dados com análises e insights neurocientíficos de filmes publicitários.

Saiba mais sobre o uso das metodologias da neurociência acessando esse link aqui, e fale com a gente para tirar qualquer dúvida 😉

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