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O que faz de um comercial impactante – Prêmio BRAIN Impact

Ontem foi ao ar o webinar que apresentou os cases de comunicação dos filmes publicitários que se destacaram na 2ª edição do prêmio BRAIN Impact. Se você ainda não conhece, este Prêmio foi criado através das análises de percepções inconscientes dos consumidores diante de filmes publicitários durante um ano de avaliação do BRAIN.
O BRAIN Impact, índice no qual se baseia o prêmio, leva em consideração as respostas de atenção, motivação e memorização dos espectadores, refletindo o maior impacto produzido pelo comercial no cérebro dos participantes. Se você não conseguiu assistir, não se preocupe, você pode acessar a gravação clicando aqui!

Através dos destaques de 6 setores do mercado, a premiação permitiu observar pontos em comum entre os comerciais ganhadores, que apresentaram construções e ideias criativas muito distintas entre si. Essas evidências possuem um paralelo direto com a forma como nosso cérebro funciona e processa informações: visando, sempre, economizar energia.

Sem mais delongas, vamos às estratégias que impactaram o consumidor:

Dentre as estratégias utilizadas pelos filmes da Riachuelo, PagSeguro, Coca-Cola, Chevrolet, Vivo e Rexona (ganhadores dentro de suas categorias neste ano), podemos ressaltar o emprego de ritmo e geração de expectativa, o uso de referências familiares e a construção de um contexto coerente e fluído. Por meio do banco de filmes publicitários do BRAIN, já observamos que estas estratégias são capazes de potencializar os processos implícitos do público e, através do conhecimento neurocientífico, conseguimos entender o porquê.

– Ritmo e expectativa: a utilização dessas estratégias favorecem, em especial, uma resposta de engajamento satisfatória, pois são capazes de despertar o interesse e “guiar” a atenção do espectador, o que demanda um esforço cognitivo menor, consumindo menos energia do cérebro. Por ser um processo que demanda energia, para que o público preste atenção em um anúncio é preciso empregar recursos que despertem o seu interesse.

– Referências familiares: sua utilização, além de favorecer o impacto da peça com um todo, auxilia também no processo de memorização, pois cria atalhos para que a informação seja guardada. A memória é armazenada através de padrões associativos, que visam não só tornar o processo mais rápido como também fazer com que a tomada de decisão seja mais eficiente. Por esse motivo, elementos familiares, ou seja, referências fáceis de serem reconhecidas, exigem menos do cérebro para serem processadas e “guardadas”, além de serem capazes de envolver o público, devido a sua proximidade com o seu dia-a-dia.

Por fim, um dos mais importantes, apesar de ser um dos mais abrangentes: Contexto. Talvez não seja nenhuma novidade para você a importância de uma boa contextualização na veiculação de uma mensagem. No entanto, muitas vezes não é dado a este recurso a devida atenção. Uma boa contextualização facilita identificar e processar as informações apresentadas, cria uma espécie de “fio condutor” que auxilia na interpretação da mensagem, deixando-a mais clara e objetiva. Isso, por si só, economiza energia, pois demanda menos esforço do cérebro e, assim, favorece o impacto do anúncio na mente do consumidor.

O conhecimento neurocientífico nos permite compreender como o cérebro processa informações, entendendo o porquê de certas estratégias serem mais ou menos eficientes. E você? Já parou para pensar em como a sua estratégia impactará o cérebro do consumidor? Converse com um de nossos especialistas e saiba mais!

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