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Pesquisa neurocientífica ou tradicional?

Falar sobre pesquisa de mercado é falar sobre um tópico que faz parte da rotina de diversas empresas. O tempo inteiro há a preocupação de entender o consumidor, entender o que ele deseja, o que ele busca, como vive e se comporta, para que as empresas possam não só se comunicar com eles de maneira efetiva, mas fazer melhores produtos, proporcionar melhores serviços, tendo como consequência maior lucratividade.

O que acontece é que a pesquisa é uma forma de validar estratégias de marketing, no sentido de mostrar o que funciona, o que pode melhorar e o que deve ser feito. Quando as empresas entendem o que precisam, se perguntam: qual metodologia utilizar? E é aí que entramos no tema de hoje.

Atualmente existem dois tipos de pesquisa no mercado, a que chamamos de tradicional e a pesquisa neurocientífica. Qual a diferença entre elas? Vamos lá!

PESQUISA TRADICIONAL

Esse tipo de pesquisa se baseia em tudo que é verbal e consciente, pois os consumidores dizem suas opiniões. As metodologias são subdivididas em duas áreas, as quantitativas (normalmente são pesquisas construídas para serem realizadas em grande escala, como questionários online) e qualitativas (mais voltadas para entender a fundo os consumidores, sendo realizadas entrevistas em profundidade, com um grupo específico de pessoas).

Essas pesquisas são muito interessantes para testar hipóteses e para entender a opinião dos consumidores.

PESQUISA NEUROCIENTÍFICA

“Consumidores não pensam em como se sentem, não dizem o que pensam e não fazem o que dizem que fazem”.

Essa frase do publicitário David Ogilvy resume bastante a pesquisa neurocientífica. Relativamente nova no Brasil, esse tipo de pesquisa se baseia majoritariamente em aspectos não-verbais e não-conscientes. Como assim? Diversos estudos sobre o comportamento do consumidor mostram, por exemplo, que em processo de decisão de compra, os consumidores não pensam conscientemente sobre o que estão fazendo, na maioria das vezes tudo acontece de maneira rápida e automática. Lembra do Sistema 1 x Sistema 2? Na maior parte do tempo, somos comandados pelo sistema 1, que é inconsciente e rápido e por isso não exige gasto de energia. Ele é nossa rotina.

Essas constatações mostram que para entender o motivo de compra de um determinado produto por exemplo, ou até mesmo qualquer comportamento do consumidor relacionado à ações de marketing, é necessário entender o que nem ele mesmo sabe expressar.

A pesquisa de neuromarketing metrifica o inconsciente dos consumidores, interpreta as atividades cerebrais, batimentos cardíacos, suor, movimentação dos olhos, níveis de atenção, emoção e memorização do consumidor, promovendo o real entendimento sobre ele.

Se você chegou até aqui com dúvidas sobre qual o melhor tipo de pesquisa utilizar, o meu conselho é: complemente! Cada uma dessas pesquisas tem suas funções, e juntas são capazes de oferecer um estudo aprofundado sobre o que estiver testando. Saiba seus objetivos e estude as melhores opções. Dúvidas? Fale com a gente. 🙂

 

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